Fruto de uma inspiração tipicamente saint-exuperiana, essa poesia viaja pelos intermediários da Terra e do espaço sideral. As constelações refletem na pupila ao contemplar o universo e suas possíveis razões de existências. Enquanto a crise existencial de Hamlet corre pelas águas do rio Heráclito, um universo onírico se desvela e se traduz como entranhas da alma sob a forma poética. Surge, então, um contexto que proporciona uma série de desvios idiossincráticos.
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